O Flashback de hoje viaja até tempos não tão remotos. O ano é 2003, o disco é Imprensa Cantada do irreverente Tom Zé.

Antônio José Santana Martis é baiano de Iarará. Um dos integrantes do movimento Tropicalista do Brasil, Tom iniciou sua carreira na década de 60, ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil. Gal Costa e Maria Betânia.

Imprensa Cantada, além de uma crítica de Tom Zé à cobertura midiática no país, foi produzido (intencionalmente ou não) de forma a se parecer um jornal. Divido em cadernos e editorias, com temas que tratam desde a guerra no Iraque até a Formula 1, disputada todo ano em Interlagos, São Paulo. A cidade ainda é homenageada nas canções Vaia de Bêbado Não Vale e São São Paulo.

O disco, lançado pela Trama, foi produzido por Jair Oliveira, o Jairzinho e contou com participações especiais de Max de Castro, João Marcelo Bôscoli e Kid Vinil. O baiano compôs as músicas na época da ditadura militar. Apesar disso, todas elas soam muito atuais e fazem desse álbum mais um marco importante na carreira e no pop experimental do genial Tom Zé.

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