Não apenas se vive de cinema das terras de Hollywood [LA · EUA]. Com o lançamento, em julho de 1987, do álbum de estréia Appetite for Destruction, os Guns N’ Roses mostraram que tinham muito a contribuir com o Hard Rock. Os precursores Axl Rose [voz e piano] e Izzy Stradlin [guitarra base] conseguiram com Slash [guitarra], Duff “Rose” McKagan [baixo] e Steven Adler [bateria] a formação mais conhecida da banda 80’s.

Appetite reserva alguns dos principais hits do GN’R Welcome To The Jungle, It’s So Easy, Paradise City e a composição que Axl escreveu para a [ex]mulher Erin Everly Sweet Child O’ Mine.

Sweet Child O’ Mine

She’s got a smile that it seems to me
Reminds me of childhood memories
Where everything
Was as fresh as the bright blue sky

Now and then when I see her face
She takes me away to that special place
And if I stay there too long
I’ll probably break down and cry

Oh, oh, oh
Sweet child o’ mine
Oh, oh, oh, oh
Sweet love of mine

She’s got eyes of the bluest skies
As if they thought of rain
I hate to look into those eyes
And see an ounce of pain

Her hair reminds me of a warm safe place
Where as a child I’d hide
And pray for the thunder
And the rain
To quietly pass me by

···

Where do we go?
Where do we go now?

A Poesia da sessão Sobre o Som da semana revela estrofes que se assemelham a uma pessoa também de olhos azuis que me conduziam à infância.

Bença

Havia ternura por trás dos óculos
colocados sem firmeza diante da vista já cansada.
Havia estrelas luzindo do par de céus azuis
um à esquerda d’outro.
Havia um olhar condutor que se fazia entender
usurpador das palavras esquecidas.
Havia um menino
colírio que se notava no sorriso esparso quando o via,
que a conduzia com braço rígido as pernas fracas.
Havia uma teimosia que lhe derrubava os olhos
como uma criança – talvez se esquecia.
Havia um mundo que não a via
distante dos passos curtos que podia caminhar.
Havia uma vontade visível de conhecer o derredor
mas era longe donde a nitidez toca.

Agora sim tudo vê mesmo de pálpebras deitadas.
Se esconde no horizonte distante que mal reconhecia.
Hoje o céu é mais azul,
olha por mim celestial.
Conduz-me se não há nuvens a me encobrir:
Para onde ir?

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4 comentários sobre “

  1. Oi Cristiano,

    Gostei muito da poesia “Bença”…mas não sei quem é o autor…

    Bjão!!!

  2. Ei Juliana, como vai?
    Bom saber que você continua acompanhando as postagens do Estúdio.
    Bom, na sessão Sobre o Som a própria pessoa que faz a postagem é o autor do texto ou da poesia.
    Fui eu quem escrevi. Fico feliz por ter gostado.
    Abz

  3. Hola Cristiano!
    Tudo bem?
    Me gustó mucho tu poema! ayer no lo había entendido bien porque había palabras portuguesas que no conocía. Pero ahora sí lo entiendo bien y me parece muy bueno!
    Ahora estoy trabajando en la traducción en español, para tu público hispano jaja.

    até mais!

    Ronald

  4. ¡Hola Ronald! ¿Cómo estás?
    Muchas gracias por escribir a nosotros de Estúdio.
    Espero que sigas visitando el blog, platicando el idioma portugues y aprendendo más sobre la música brasileña y mundial.

    Esperamos más visitas tuyas y más comentarios.

    ¡Hasta pronto!

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