Independência ou Morte, com Gabriel Thomaz

GabrielO Estúdio ao Vivo inaugura, hoje, a sessão Independência ou Morte, na qual serão entrevistados artistas e profissionais ligados à música independente brasileira. As entrevistas serão usadas, também, para a elaboração de um projeto experimental, com o mesmo nome, abordando o uso da comunicação na música independente.

O primeiro entrevistado foi o vocalista e guitarrista da banda Autoramas, Gabriel Thomaz. Durante o papo descontraído, o músico falou sobre o cenário musical, mercado e manteve certo mistério sobre o MTV Apresenta Desplugado, com o trio carioca, que vai ao ar em novembro.

Confira a entrevista na íntegra: Continuar lendo

A Morte de um gênio

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“Michael Jackson está morto”. Assim Willian Bonner, âncora do Jornal Nacional, o telejornal brasileiro de maior prestígio, anunciou para todo o país o fim de um reino. Horas atrás, incrédula, a equipe do Estúdio ao Vivo recebeu a notícia. Infelizmente não era nenhuma brincadeira, como pensamos que fosse. O “Rei do Pop” faleceu hoje, por volta de cinco horas da tarde, em Los Angeles, EUA.

Michael começou sua carreira ainda garoto. Pertencente a uma família de músicos, foi integrante dos Jacksons 5 (posteriormente The Jacksons), abusado pelo pai – que o espancava e aterrorizava psicologicamente -, mas bem sucedido, apesar de tudo. Com os irmãos, emplacou hits como The Love You Save e I Want You Back. Continuar lendo

Falando em Kiss…

é com eles que inauguramos a sessão Soundtrack, no Estúdio ao Vivo.

DRCPelo visto, shows do grupo realmente despertam um espírito aventureiro nas pessoas. No filme Detroit Rock City (1999), garotos de uma banda cover dos mascarados de Nova York, fazem loucuras para conseguirem ir a um concerto do grupo. A história se passa no ano de 1978, no auge da disco music, quando ainda assim o rock n’ roll se mostra mais vivo que nunca.

Na trilha sonora oficial, claro, músicas que marcaram a época, apesar de dois equívocos. A track list traz a lendária Highway To Hell, do AC/DC (regravada pelo exótico Marlyn Manson para a trilha) e Makin’ It do ator e cantor David Naughton, que seriam editadas somente no ano de 79.

Grandes nomes, como Everclear, The Donnas e Pantera ainda participam fazendo variações das consagradas The Boys Are Back In Town (Thin Lizzy), Strutter (Kiss) e Cat Scratch Fever (Ted Nugent). Dentre as versões originais, destacam-se Running With the Devil de Van Halen, Iron Man do Black Sabbath e Jailbreak do Thin Lizzy.

KissO Kiss ainda aparece com Detroit Rock City – música que dá nome ao filme -, Shout It Out Loud e a inédita Nothing Can Keep me From You. Além disso, a formação original – Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Freley e Peter Chris – faz participação especial no filme, que posteriormente foi incluído no terceiro volume do box Kissology, uma série de DVDs que conta a história dos mesmos. Mesmo não fazendo parte da trilha sonora original, Beth e Christine Sixteen inspiram o nome de duas personagens do filme.

Lançado em 1999, o filme ainda conta com a participação especial de Shannon Tweed, ex-coelhinha da Playboy e namorada de longa data do baixista Gene Simmons.

“You got the best…”

Kiss 25Dez anos! Esse é o tempo que durou um sonho. Tudo começou quando um garoto de 14 anos ouviu Psycho Circus, álbum do Kiss, pela primeira vez, no começo de 1999. A partir de então, ele desenvolveu um fanatismo silencioso, mas que carregou até os dias de hoje. Quando foi proibido pelos pais de ir ao show que a banda realizara no mês de abril de 1999, no Brasil, um sentimento de frustração tomou conta. Mas nada que abalasse a devoção àqueles caras de rostos pintados.

Kiss 26Demorou, mas a hora de vê-los de perto chegou. No mesmo mês de abril, dez anos depois, no outrora distante e perigoso Rio de Janeiro, na Praça da Apoteose. Cobrindo o palco, uma imensa faixa com a logo da banda e, na platéia, o guri suava frio à espera dos ídolos Paul Stanley e Gene Simmons, acompanhados, agora, por Tommy Thayer e Eric Singer.

Até que o famoso e tão esperado “You wanted the Best. You got the Best! The hottest band in the world: KISS” ressoou e acendeu todas as luzes do maior palco que o ‘já-nem-tão-menino’ havia visto na vida. Deuce e Strutter abriram o show, enquanto alguns fãs, ainda perplexos, nem piscavam. E assim foram tocando as clássicas da banda de Nova York, que nessa turnê comemora 35 anos de carreira.

Quando o menino assistiu aos DVDs de shows ao vivo do Kiss, não conseguiu dimensionar em sua cabeça o que significava uma apresentação como a que presenciou. Ia muito além de tudo que ele já havia visto por aí.

Nem a chuva, que inesperadamente apareceu naquele dia 8 de abril, conseguiu baixar a poeira do show. Depois de tocarem Let Me Go Rock N’ Roll, eis que uma música diferente toma forma na guitarra de Stanley. Era Stairway to Heaven! Algumas pessoas não seguraram as lágrimas, mas era só brincadeirinha. Paul emendou, de cara, Black Diamond para, logo em seguida, fechar a primeira parte do show com Rock N’ Roll All Nite. Um espetáculo a parte, uma chuva de papel picado, que tomou toda a platéia, deu um brilho especial e deixou todos os fãs na espectativa do que viria no bis.

Kiss 27E já começaram com Shout It Out Loud, Lick It Up e Won’t Get Fooled Again (cover de The Who). Logo após o bizarro solo de Gene Simmons, onde ele corta de vez sua língua e cospe fogo, foi a vez de o guri ouvir sua música preferida: I Love It Loud. Um hino, símbolo do rock n’ roll de arena e de toda uma era do estilo, uma música que traduz o Kiss de forma simples e objetiva. Que traz o público para dentro do palco e provoca uma interação entre o mesmo e a banda.

Parecia a ‘grande ilusão de carnaval’. Máscaras, sorrisos incontidos e, parafraseando Jobim novamente, para ‘tudo acabar na quarta feira’. E tudo acabou longe do Rio, em Detroit. Em Detroi Rock City! Com um show de fogos e um palco em chamas, literalmente.

Novidades

Kiss lançará um cd ainda em 2009. Paul Stanley prometeu, recentemente, que o novo álbum será ‘tão bom quanto os antigos’.

Para conferir o set list do show do Kiss no Rio de Janeiro, clique aqui!

Ajude Santa Catarina!

Amigos, o Estúdio ao Vivo está há algum tempo sem postagens, por motivos diversos, mas principalmente pelos trabalhos de conclusão de curso que está demandando um precioso tempo da maioria da nossa equipe.

O post de hoje , além de uma satisfação aos leitores que sempre acompanharam e ajudaram esse blog a crescer, tem um caráter especial.

Todos puderam ver e acompanhar, pela tv e pela internet, a tragédia ocorrida em Santa Catarina. Cientes disso, estamos aderindo a uma campanha de ajuda e solidariedade com o povo daquele estado, idealizada por Rodrigo Resende, do blog Segunda MG. Muitos perderam tudo o que tinham e uma vida inteira de trabalho e precisam de colaboração. Ajude a divulgar essa campanha colando esse banner em seu blog.

Em breve estaremos de volta com muitas novidades.
Grande abraço!

Dark Side – O show


O momento não poderia ser mais propicio e mais sugestivo: 16 de agosto, data de um eclipse total da lua. Nesse mesmo dia, simultaneamente ao fenômeno, a banda Dark Side apresentou o espetáculo The Dark Side Of The Moon, onde tocou, na íntegra, o disco homônimo dos britânicos do Pink Floyd. Tanto o espetáculo da banda, ocorrido no Centro de Vivência da UFV, quanto o da natureza, duraram aproximadamente duas horas. O Espaço Fernando Sabino serviu ainda para que as imagens fossem registradas para o primeiro DVD da banda, ainda sem data de lançamento definida.

Para aquecer os motores, a Dark Side tocou In The Flash, Wish You Were Here e Shine On Your Crazy Diamonds. Além das músicas, eles utilizaram elementos que o Pink Floyd sempre explorava nos espetáculos, como o teatro e os telões, transformando apresentações em verdadeiras óperas rock.

Logo após foi a vez de entrar em cena um dos maiores discos de todos os tempos, irretocável, que esteve por mais de 20 anos entre os mais vendidos nas paradas da Bilboard. A impecável execução da banda levou a platéia, que tomava quase todos os assentos do lugar, ao delírio.

O show, que teve ares de superprodução, foi fechado com Confortably Numb, High Hopes e Echoes, música épica dos britânicos, com aproximadamente 23 minutos de duração, e agradou bastante a todos os que viram. Apesar de não ser uma banda cover (somente) de Pink Floyd e de um natural nervosismo no começo do show, a banda impressiona pela competência e pelo feeling demonstrado no show. Tão impressionante quanto isso, foi produção do espetáculo, que não deixou em nada a desejar para grandes shows já realizados em Viçosa. Dark Side é uma ótima pedida pra quem gosta, não só de Pink Floyd, mas de rock progressivo de qualidade.

Em breve fotos do show e a entrevista com a banda.

Música para bebês

Música para os pequeninos? Por que não?

Se para os adultos a música, quase sempre, tem um significado especial, para as crianças não poderia ser diferente. A musicalização de bebês, recomendada a partir dos oito meses de idade até os três anos, ajuda no desenvolvimento intelectual e físico dos pequenos, além de ser um instrumento de socialização.Compreendendo a importância da musica para a formação de recém nascidos, várias escolas ao redor do país desenvolvem métodos e, cada vez mais, aumenta o número de profissionais que se dedicam a essa atividade.Muitas explicações são cabíveis para a musicalização de bebês. A primeira, e talvez a principal, é de que a música ajuda o bebê a desenvolver sua capacidade motora, a concentração e a capacidade de viver em grupo, pois normalmente as aulas são realizadas com quatro ou mais crianças ao mesmo tempo. Outros benefícios são: o aumento da percepção musical e da capacidade de lidar com sons em silêncio.

Nessas aulas, que estimulam tanto no desenvolvimento dos pequeninos, as crianças têm que tocar instrumentos de brinquedo e improvisar arranjos, inventar composições, entre outras coisas, como cantorias de cantigas e audição de músicas e estórias.

A idade das crianças nesse processo de musicalização também é muito importante, pois até os três anos elas estão no seu nível máximo de capacidade de aprendizado, por causa do grande desenvolvimento das conexões cerebrais. Isso faz com que aprendam muito rapidamente e com maior facilidade. Porém, segundo especialistas, a idade ideal para que uma criança inicie o aprendizado de algum instrumento musical é a de cinco anos. E os instrumentos recomendados são flauta e piano, mas isso deve ficar a escolha do próprio guri, mesmo que este opte por algum outro.

Se acham que acabou por aqui, se enganam. A música ainda influi na pressão arterial e nos batimentos cardíacos das crianças, além do metabolismo e do suco gástrico, prevenindo assim o medo e o stress.

Para os pais de primeira viagem, eis uma dica muito valiosa.

Lançamentos

O que ainda vem por aí!

Quem acha que o ano de 2008 já trouxe tudo o que devia em matéria de lançamentos, pode tirar o cavalo da chuva. O segundo semestre promete ser tão (ou mais) agitado quanto o primeiro. Nos resta esperar e torcer pra que os lançamentos correspondam às espectativas.

Pra desabafar

Pete Best, o primeiro baterista dos Beatles (anterior a Ringo Starr), terá seu primeiro trabalho solo lançado em setembro desse ano. Ex-integrante da banda que fez o rock virar pop, Best conta, nas letras, a sua desilusão após a saída do grupo, pouco antes do grande sucesso. Hayman’s Green, nome da rua em que se localizava o Casbah Coffee Club, em Liverpool, onde os reis do iê-iê-iê se apresentaram no inicio da carreira, é o nome do disco de Pete, que deve estar nas prateleiras e nos sites de download já em setembro.

Os encrenqueiros estão de volta

Em outra rua famosa na Inglaterra, só que em Londres, a Abbey Road, mas também imortalizada pelos Beatles, foi gravado o próximo disco do Oasis. A banda dos sempre polêmicos irmãos Gallagher, lançará Dig Out Your Soul em 6 de outubro. Porém, os fãs terão que esperar um pouco menos para curtirem o primeiro single do disco, The Shock of the Lightning, que chegará às lojas em 29 de setembro. Os ingleses não lançavam um disco com inéditas desde 2005, com Don’t Believe The Truth. Além dele ainda lançaram o DVD Lord Don’t Slow Me Down, um documentário em longa metragem, que também conta com um show da ultima turnê, gravado na cidade natal de Liam e Noel, Manchester.

Será que agora vai?

Depois de algumas músicas inéditas vazarem na internet, Axl Rose deu mais um prenúncio de que o interminável Chinese Democracy finalmente vai ser lançado. O Guns N’ Roses que, segundo boatos, já gastou mais de U$13 milhões na gravação do disco, que perdura desde 1993, terá uma música do disco incluída no game Rock Band, que será lançado até o fim do ano. A música eleita é Shackler’s Revenge. Reza a lenda que o disco dos americanos, que já teve o lançamento adiado dezenas de vezes, será uma trilogia de novos álbuns, segundo revelou Sebastian Bach, ex-Skid Row. Como sempre, não há uma previsão correta sobre o lançamento, mas algumas musicas já são conhecidas, como Oh My God, The Blues, I.R.S, Madagascar e algumas outras, que eles já tocaram em apresentações ao vivo.

Não sendo outro St. Anger…

O último álbum do Metallica, St. Anger, não deixará saudades para os fãs das antigas do grupo. Para se redimir, James Hetfield e sua gangue lançarão Death Magnetic, em setembro. Apesar do produtor (Rick Rubin) ser o mesmo do trabalho passado, a promessa é de que a banda resgate suas raízes oitentistas. Segundo James, o nome do álbum é um tributo aos ‘mártires’ do rock n’ roll, que morreram. “A idéia foi crescendo daí, algumas pessoas são atraídas para morte, algumas têm medo e repelem isso”, disse. Seguindo a tendência, o álbum também será lançado integralmente em um game de musica, o Guitar Hero.

Opinião

E o Rock?

Talvez o Rock n’ Roll seja o estilo musical que mais conglomere vertentes por aí. É difícil achar algum outro tipo de música que tenha tanta diversidade e capacidade de se renovar. Imortalizado nos anos 50 por Chucky Berry e Elvis Presley, se mantém (quase) sempre em evidência.

Notabilizado pela atitude rebelde e irreverente, tem no espírito crítico a maior característica de muitos de seus principais expoentes como o The Who, Doors e o Led Zepellin. Além disso, a pegada vinda do blues, do jazz e do country americanos é outra peculiaridade marcante. Misturou-se a isso as drogas, a psicodelia e virtuoses das guitarras como Clapton, Hendrix e Page, além das guerras e movimentos estudantis do final da década de 60, que afetaram – e muito – os jovens da época. Principalmente o discurso das bandas que viriam a surgir, o que trouxe ainda mais coesão ao estilo.

Muito se mudou no mundo da música desde que o Rock nasceu. Os tempos são outros. Mas, verdade seja dita: o que hoje é denominado rock, não tem mais a essência de outrora.

Lá fora, bandas como Aerosmith, Deep Purple, Led, Pink Floyd e AC/DC, comandaram os anos 70. Enquanto os anos 80 foram dominados por Metallica, Whitesnake, Bon Jovi e Guns N’ Roses. No Brasil, a primeira geração de verdadeiros roqueiros foi a da década de 80, apesar de muitos considerarem a Jovem Guarda como pioneira nesse quesito. Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Capital Inicial e Titãs foram expoentes no rock brasileiro, marcaram época e até hoje carregam legiões de fãs.

Como o advento do Grunge, em Seattle no começo da década de 90, o que ainda restava do rock praticamente desmoronou. Apesar de manterem a rebeldia do The Who e do Movimento Punk, o estilo se perdeu musicalmente. Excetuando-se bandas como o Pearl Jam, por exemplo, que ainda mantinha certa pegada característica do rock tradicional, o grunge trouxe uma simplicidade exagerada, que afetou as bases musicais do rock e abalou muito as suas estruturas. Com isso, várias bandas se perderam no caminho, como o Guns N’ Roses, que não lança um disco há 15 anos e o próprio Bon Jovi, que mudou sua sonoridade posteriormente.

No Brasil, o cenário musical, que já não era favorável, ainda deixou o rock em segundo plano durante os anos 90. Isso só foi se reverter no final da década, quando houve um revival de bandas da década de 80, como o Titãs (que foi a primeira), Capital Inicial e Paralamas, que gravaram o Acústico MTV e voltaram à mídia.

O Rock Brasileiro vem se renovando, principalmente com algumas bandas vindas do sul do país, um dos maiores berços do estilo no país e que revelou grandes bandas como Nenhum de Nós e Engenheiros do Hawaii. Exemplo maior é a Cachorro Grande, do Rio Grande do Sul, que vem conquistando seu espaço no cenário brasileiro e surge como uma das grandes candidatas a comandar uma nova geração que vem por aí.

A situação, porém, é preocupante. Principalmente pelo fato de a mídia já não dispensar tanta atenção às bandas. Apesar disso, que seja eterno enquanto dure o rock n’ roll. E que dure eternamente. Os fãs agradecem.

Cordel

“O compasso do batuque
E o fogo na sua dança

Toda vida fez um som”

… já diriam os mais ilustres moradores de Arcoverde, Pernambuco – os músicos da banda Cordel do Fogo Encantado – que logo trataram de levar um pouco da cultura daquele pedaço de terra para o resto do país.

Nascido em 1997 e carregado pela tradição musical do sertão nordestino, a banda leva em seu som o samba de coco, o repente e a poesia popular de cordel. O espetáculo cênico-musical conta com José Lira Paes – o Lirinha – pandeiro e vocal; Clayton Barros no violão; Emerson Calado, Nego Henrique e Rafa Almeida na percussão e voz.

A discografia do Cordel começa a ser preenchida no ano de 2001, com álbum homônimo ao grupo, que começou a ganhar repetidos elogios da critica e do publico. Em 2003 lançam seu segundo trabalho: O Palhaço do Circo sem Futuro, considerado um dos mais criativos dos últimos anos e aclamado por fãs de todas as partes do país. Fãs estes conquistados principalmente na turnê nacional feita pela banda a partir do primeiro cd.

As apresentações do grupo têm como principal característica a forma visceral como conduzem o espetáculo e as cenas que dão vida às músicas e à poesia, assim como o impacto causado pelas letras e melodias. Tudo isso foi registrado pela primeira vez no ano de 2005, em DVD produzido pela MTV – o MTV Apresenta: Cordel do Fogo Encantado.

Por fim, em 2006, eles lançam Transfiguração, o último disco até então e o primeiro com o apoio de uma gravadora, a TRAMA. De fenômeno da musica independente, a banda de Arcoverde virou referencia para uma nova geração de novos grupos que misturam poesia, musica e artes cênicas.

Fotos:Tramavirtual